Depois do conto "O arco-íris", as crianças foram desafiadas a pensar numa palavra para definir o que as histórias significam para si. Ainda lhes foi pedido para escolherem também uma imagem. Parecia difícil mas as cerca de 9 crianças, entre os 7 e os 12 anos, superaram as expectativas.
As respostas foram as seguintes:
numa palavra, as histórias são ... APRENDER, AJUDAR, EXPRESSIVIDADE, OUVIR, AMOR, ROMANCE, SONHAR, IMAGINAR
(pela ordem que foram sendo mencionadas)
numa imagem, as histórias são ... ARCO-ÍRIS, CÉU, MAR, PAISAGEM DE AMOR, SORRISO, SOL
(pela ordem que foram sendo mencionadas)
Após a conversa/jogo, surge a parte prática...
uma tira de papel, marcadores de várias cores, pedaços de papel, tecido, botões e afins....
MÃOS À OBRA para exprimir no papel todas as definições e conclusões do jogo "As histórias são...".
Cada um sentou-se à volta do papel e partilharam os materiais, o resultado foi fantástico. (foto a disponibilizar, brevemente).
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
História do dia 16 de Fevereiro
Hoje, um dia de chuva, nada melhor do que uma história bem quentinha. Contudo, nesta história também choveu...
Conto "O arco-íris".
Do livro "Contos para meninos que adormecem logo a seguir" de Pinto & Chinto, editado pela Kalandraka.
Iniciei como sempre, pela apresentação do livro, dizendo que estes eram contos muito curtos. Logo, uma criança pediu: - Então, conta dois!
Como o conto seleccionado é de facto curto, vou atrever-me a transcrevê-lo:
Naquele dia choveu tanto, caiu tamanha quantidade de água, que as cores de todas as coisas, de todas as plantas, de todos os animais e de todas as pessoas se diluíram e se desvaneceram. Via-se tudo deslavado. Já nada tinha cor.
Muitas horas depois deixou de chover e todos puderam contemplar com profunda tristeza toda aquela monotonia incolor.
Então, no céu, apareceu um imponente arco de sete cores. E os homens pegaram naquelas c
ores para pintar de novo o mundo.
Pegaram no cor-de-laranja para pintar as laranjas.
Pegaram no verde para pintar novamente a erva.
Conto "O arco-íris".
Do livro "Contos para meninos que adormecem logo a seguir" de Pinto & Chinto, editado pela Kalandraka.
Iniciei como sempre, pela apresentação do livro, dizendo que estes eram contos muito curtos. Logo, uma criança pediu: - Então, conta dois!
Como o conto seleccionado é de facto curto, vou atrever-me a transcrevê-lo:
Naquele dia choveu tanto, caiu tamanha quantidade de água, que as cores de todas as coisas, de todas as plantas, de todos os animais e de todas as pessoas se diluíram e se desvaneceram. Via-se tudo deslavado. Já nada tinha cor.Muitas horas depois deixou de chover e todos puderam contemplar com profunda tristeza toda aquela monotonia incolor.
Então, no céu, apareceu um imponente arco de sete cores. E os homens pegaram naquelas c
ores para pintar de novo o mundo.Pegaram no cor-de-laranja para pintar as laranjas.
Pegaram no verde para pintar novamente a erva.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
História do dia 8 de Fevereiro

Após estar duas semanas constipada, regressei ao meu voluntariado com "O dinossauro" de Manuela Bacelar.
Foi um êxito! Tinha cerca de 12 crianças de idade pré-escolar, sentadinhos à minha frente a ouvir a história daquele dinossauro que começa por ser um enorme monte, onde vivem pessoas, árvores, e animais muito tranquilamente. Até ao dia em este dinossauro acorda e leva todos a darem um passeio nas suas costas... no fim volta a adormecer. E é nesta parte que o silêncio é ainda mais profundo, quando as crianças querem saber se a história acaba bem.
Contudo o dinossauro pode voltar a acordar ... um dia.. quem sabe???
sábado, 22 de janeiro de 2011
Dia 19 de Janeiro: mais uma história.
Conta outra história!!!!
Foi este o pedido depois da história anterior "Língua de fora à matemática", por isso, vinda do mesmo livro, saltou cá para fora a história "Uma tartaruga chamada alface."
Nesta história fala-se do dilema de uma criança perante a pergunta: "O que queres ser quando fores grande?"
É hilariante!!!
A linguagem aplicada nas histórias de Isabel Stilwell torna-as muito divertidas e o mais importante é que as crianças se identificam tanto com a linguagem como com o contexto envolvente.
Foi este o pedido depois da história anterior "Língua de fora à matemática", por isso, vinda do mesmo livro, saltou cá para fora a história "Uma tartaruga chamada alface."
Nesta história fala-se do dilema de uma criança perante a pergunta: "O que queres ser quando fores grande?"
É hilariante!!!
A linguagem aplicada nas histórias de Isabel Stilwell torna-as muito divertidas e o mais importante é que as crianças se identificam tanto com a linguagem como com o contexto envolvente.
Dia 19 de Janeiro: Letras e Matemática.

A história do dia foi "Língua de fora à Matemática" de Isabel Stilwell, do seu livro "Histórias para contar em minuto e meio 2".
Através desta história fomos à praia com a personagem principal, o João e aprendemos matemática, mais concretamente a distinguir o sinal de "maior que" ( > ) e "menor que" (<). O João não sabia distinguir estes sinais. No final da história, apresentei-lhes um pequeno exercício que foi superado com imensa facilidade. Foi muito interessante perceber a forma entusiasmada e orgulhosa com que as crianças responderam ao pretendido. Elas ficaram muito contentes por saber mais do que a personagem da história.
Eu ensinei-lhes o meu truque (do 4 e do 7) e eles mostraram conhecer o da professora do João (com os cotovelos).
Assim conseguimos aprender matemática a partir das letras, ou melhor, de uma história.
Dia 11 de Janeiro 2011: primeira história do ano 2011.
A primeira história do Ano 2011 para as minhas crianças:
"Tiraposo trinca a lua", um conto de Gérard Moncomble, ilustrado por Émile Jadoul que se encontra no livro "Só mais uma história!:novas histórias para os mais pequenos lerem", de Edições Nova Gaia, datado de 2004. Aconselho vivamente para os mais pequenos e crescidos que gostam de histórias.
Na história do TiRaposo é possível perceber porque numas noites a lua está bem redondinha e noutras está desaparecida ou sem um bocado.
Este mistério é desvendado nesta história!
O TiRaposo, é a personagem principal e como qualquer raposo é muito guloso. Há dias em que ele tem muita fome e sem que os outros animais percebam sobe ao pinheiro mais alto da floresta e .... zás!!.. trinca a lua que diz ser muito doce. Os outros animais ficam muito zangados porque assim a noite fica mais escura. Mas estes nunca conseguem impedi-lo, ele é muito matreiro. Assim há noites sem lua, e outras em que ela volta a crescer até ficar bem redonda, momento em que o Tiraposo volta a subir ao pinheiro e ... a partir daqui já sabem...
"Tiraposo trinca a lua", um conto de Gérard Moncomble, ilustrado por Émile Jadoul que se encontra no livro "Só mais uma história!:novas histórias para os mais pequenos lerem", de Edições Nova Gaia, datado de 2004. Aconselho vivamente para os mais pequenos e crescidos que gostam de histórias.
Na história do TiRaposo é possível perceber porque numas noites a lua está bem redondinha e noutras está desaparecida ou sem um bocado.
Este mistério é desvendado nesta história!
O TiRaposo, é a personagem principal e como qualquer raposo é muito guloso. Há dias em que ele tem muita fome e sem que os outros animais percebam sobe ao pinheiro mais alto da floresta e .... zás!!.. trinca a lua que diz ser muito doce. Os outros animais ficam muito zangados porque assim a noite fica mais escura. Mas estes nunca conseguem impedi-lo, ele é muito matreiro. Assim há noites sem lua, e outras em que ela volta a crescer até ficar bem redonda, momento em que o Tiraposo volta a subir ao pinheiro e ... a partir daqui já sabem...
Festa de Natal das Crianças
Infelizmente, não é possível disponibilizar aqui o video com a participação dos voluntários e Familias Amigas na Festa de Natal das Crianças.
Tratou-se de um teatro de fantoches onde uma galinha tonta apercebe-se que está atrasada para a Festa de Natal das crianças do CES e desata a correr, de um lado para o outro. No meio desta correria encontra outros animais que também foram convidados para a Festa e acreditam que tal como a galinha estão atrasados, por isso, correm todos atrás dela. A ovelha, a vaca, o porco e até o crocodilo e o elefante que apareceram de outra história, vão naquela correria. Até que de repente, o cão, um animal muito assertivo lhes pergunta o porquê daquela correria. Todos gritam que estão atrasados. O cão muito calmamente ordena-lhes para pararem com a correria e desejarem Feliz Natal às crianças que já ali estão... E assim todos os animais começam a cantar
" A todos um Bom Natal, a todos um Bom Natal, que seja um Bom Natal para todos nós..."
(com música a acompanhar).
Afinal ninguém estava atrasado!!!! A galinha é que era mesmo tonta. ;)
Tratou-se de um teatro de fantoches onde uma galinha tonta apercebe-se que está atrasada para a Festa de Natal das crianças do CES e desata a correr, de um lado para o outro. No meio desta correria encontra outros animais que também foram convidados para a Festa e acreditam que tal como a galinha estão atrasados, por isso, correm todos atrás dela. A ovelha, a vaca, o porco e até o crocodilo e o elefante que apareceram de outra história, vão naquela correria. Até que de repente, o cão, um animal muito assertivo lhes pergunta o porquê daquela correria. Todos gritam que estão atrasados. O cão muito calmamente ordena-lhes para pararem com a correria e desejarem Feliz Natal às crianças que já ali estão... E assim todos os animais começam a cantar
" A todos um Bom Natal, a todos um Bom Natal, que seja um Bom Natal para todos nós..."
(com música a acompanhar).
Afinal ninguém estava atrasado!!!! A galinha é que era mesmo tonta. ;)
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